Edições de anos anteriores

O Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra (OAUC) desenvolve actualmente actividades que privilegiam a investigação, a formação avançada e a divulgação científica.

No que diz respeito à formação avançada, o OAUC em conjunto com o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), organiza a Escola de Verão Interdisciplinar sobre o Sistema Solar (EVISS), que já conta com duas edições realizadas em 1999 e 2001, com grande sucesso.

Destina-se a estudantes de diferentes áreas, tais como, Astronomia e Astrofísica, Física, Biofísica, Geofísica, Matemática Aplicada, Química e Engenharia, que se encontrem nos últimos anos da licenciatura, no mestrado ou nos primeiros anos do doutoramento e tenham especial interesse pelas ciências espaciais.

Tendo em conta esta diversidade de participantes, que tem caracterizado a interdisciplinaridade da Escola, podem identificar-se duas ordens de objectivos distintas: como objectivo imediato, a EVISS pretende informar, interessar e entusiasmar estudantes das diferentes áreas para a investigação do Sistema Solar, expondo noções básicas e novos conhecimentos; a médio prazo o objectivo é incentivar o estudo e a investigação na área das ciências e tecnologias do espaço, com o intuito de aumentar o número de pessoas no País com competências nesta área.

Se se avaliar o sucesso e a pertinência das edições anteriores, através da concretização destes objectivos, então poder-se-à dizer que foram muitíssimo bem sucedidas a diferentes níveis, e a prova é o número de participantes que prosseguem estudos de pós-graduação na área do Sistema Solar, em diferentes países da Europa e junto da Agência Espacial Europeia (ESA).

Quanto aos temas, na primeira edição não houve um específico, tentaram portanto, abordar-se a generalidade das matérias relacionadas com o Sistema Solar, em 2001 a EVISS abordou o tema – “Dos Planetas Gigantes às Estrelas da Pequena Massa”, relativamente à terceira edição, esta debruça-se sobre o tema - “Novos Mundos ao Mundo: sistemas Planetários Extrasolares” – e vem na sequência das recentes observações e descobertas de planetas extrasolares, anãs castanhas e dos resultados das missões espaciais a Jupiter e Saturno.

     
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